Paixão de Cristo 2015

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terça-feira, 26 de junho de 2012

PRIMEIRA EUCARISTIA

EXAME DE CONSCIÊNCIA E ATIVIDADES ABAIXO:





Para viver uma boa confissão
Entenda um pouco mais sobre o sacramento da reconciliação.

1. O QUE É A CONFISSÃO? Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da Reconciliação.

2. QUEM INSTITUIU O SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA?             O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23).

3. A IGREJA TEM A AUTORIDADE PARA PERDOAR OS PECADOS ATRAVÉS DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA? Sim, a Igreja tem esta autoridade porque a recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu" (Mt 18,18).

4. POR QUE ME CONFESSAR E PEDIR O PERDÃO PARA UM HOMEM IGUAL A MIM? Só Deus perdoa os pecados. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

5. OS PADRES E BISPOS TAMBÉM SE CONFESSAM? Sim, obedientes aos ensinamentos de Cristo e da Igreja, todos os Padres, Bispos e mesmo o Papa se confessam com frequência, conforme o mandamento: "Confessai os vossos pecados uns aos outros" (Tg 5,16 ).

6. O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO? Para se fazer uma boa confissão são necessárias 5 condições: a) um bom e honesto exame de consciência diante de Deus; b) arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo; c) firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter; d) confissão objetiva e clara a um sacerdote; e) cumprir a penitência que o padre nos indicar.

7. COMO DEVE SER A CONFISSÃO? Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse (diga) seus pecados com clareza, primeiro os mais graves, depois os mais leves. Fale resumidamente, mas sem omitir o necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém, se participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos alguém a praticar um aborto, somos tão culpados como quem cometeu o aborto).

8. O QUE PENSAR DA CONFISSÃO FEITA SEM ARREPENDIMENTO OU SEM PROPÓSITO DE CONVERSÃO, OU SEJA, SÓ PARA "DESCARREGAR" UM POUCO OS PECADOS? Além de ser uma confissão totalmente sem valor, é uma grave ofensa à Misericórdia Divina. Quem a pratica comete um pecado grave de sacrilégio.

9. QUE PECADOS SOMOS OBRIGADOS A CONFESSAR? Somos obrigados a confessar todos os pecados graves (mortais). Mas é aconselhável também confessar os pecados leves (veniais) para exercitar a virtude da humildade.

10. O QUE SÃO PECADOS GRAVES (MORTAIS) E SUAS CONSEQUÊNCIAS? São ofensas graves a Deus ou ao próximo. Eles apagam a caridade no coração do homem e o desviam de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme diz a Escritura: "Há pecado que leva à morte" (1Jo 5,16b).

11. O QUE SÃO PECADOS LEVES (ou também chamados de VENIAIS)? São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniquidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (1Jo 5, 17).

12. PODEIS DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PECADOS GRAVES? São pecados graves, por exemplo: O assassinato, o aborto provocado, assistir ou ler material pornográfico, destruir de forma grave e injusta a reputação do próximo, oprimir o pobre, o órfão ou a viúva, fazer mau uso do dinheiro público, o adultério, a fornicação, entre outros.

13. QUER DIZER QUE TODO AQUELE QUE MORRE EM PECADO MORTAL ESTÁ CONDENADO?Merece a condenação eterna. Porém, somente Deus, que é justo e misericordioso e que conhece o coração de cada pessoa, pode julgar.

14. E SE TENHO DÚVIDAS SE COMETI PECADO GRAVE OU NÃO? Para que haja pecado grave (mortal) é necessário: a) conhecimento, ou seja, a pessoa deve saber, estar informada que o ato a ser praticado é pecado; b) consentimento, ou seja, a pessoa tem tempo para refletir, e escolhe (consente) cometer o pecado; c) liberdade, isto é, significa que somente comete pecado quem é livre para fazê-lo; d) matéria, ou seja, significa que o ato a ser praticado é uma ofensa grave aos Mandamentos de Deus e da Igreja. Estas 4 condições também são aplicáveis aos pecados leves, com a diferença que neste caso a matéria é uma ofensa leve contra os Mandamentos de Deus.

15. SE ESQUECI DE CONFESSAR UM PECADO QUE JULGO GRAVE? Se esquecestes realmente, o Senhor te perdoou, mas é preciso acusá-lo ao sacerdote em uma próxima confissão.

16. E SE NÃO SINTO REMORSO, COMETI PECADO? Não sentir peso na consciência (remorso) não significa que não tenhamos pecado. Se nós cometemos livremente uma falta contra um Mandamento de Deus, de forma deliberada, nós cometemos um pecado. A falta de remorso pode ser um sinal de um coração duro, ou de uma consciência pouco educada para as coisas espirituais (por exemplo, um assassino pode não ter remorso por ter feito um crime, mas seu pecado é muito grave).

17. A CONFISSÃO É OBRIGATÓRIA? O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. Mas somos também obrigados toda vez que cometemos um pecado mortal.

18. QUAIS OS FRUTOS DE SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE? Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até mesmo aqueles que tenhamos esquecido. E nos dá a graça santificante, tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranquilidade de consciência, consolo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto. Exercita-nos na humildade e nos faz crescer em todas as virtudes.

19. E SE TENHO DIFICULDADE PARA CONFESSAR UM DETERMINADO PECADO? Se somos conhecidos de nosso pároco, devemos neste caso fazer a confissão com outro padre para nos sentirmos mais à vontade. Em todo caso, antes de se confessar converse com o sacerdote sobre a sua dificuldade. Ele usará de caridade para que a sua confissão seja válida sem lhe causar constrangimentos. Lembre-se: ele está no lugar de Jesus Cristo!

20. O QUE SIGNIFICA A PENITÊNCIA DADA NO FINAL DA CONFISSÃO? A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.
                                                                               
Dinâmica:
OVO - DINÂMICA PARA TRABALHAR SACRAMENTO CONFISSÃO/GRAÇA
Material: um copo, uma colher, sal, um ovo e pires.
Ao falar sobre o pecado, a vida sem Deus, compare a alma que está em pecado com o ovo. Enquanto estiver falando do que acontece à alma que está em pecado, coloque o ovo dentro do copo com água e chame a atenção pelo fato do ovo afundar rapidamente.
Retire com uma colher o ovo de dentro do copo e coloque-o no pires, em um lugar à parte.
Fale sobre a importância do sal nos alimentos, conservando-os e dando-lhes sabor. Compare com a graça de Deus em nossa vida. Enquanto isto coloque o sal na água do copo. Mexa com a colher por uns instantes para que se dissolva, enquanto o sal se dissolve , desaparecendo, faça a comparação com a alma quando vai confessando seus pecados ao Sacerdote e estes vão se consumindo até desaparecerem ao receberem a absolvição dos pecados.
Diga que assim como os alimentos sem sal ficam ruins, sem gosto. Nossa vida em estado de pecado é também ruim, sem graça. Agora coloque o ovo dentro da água salgada (ele irá flutuar) e vá dizendo o que acontece com a alma que se confessou: fica leve, livre de todo o peso que tinha antes de confessar-se.
Pecado Mortal e Venial 
Colocação do Tema (julgar):
Leitura Bíblica: Is 43,1; Jr 31,3; 1Jo 4,8, Is 49,15
- O pecado é uma transgressão voluntária da Lei divina, ou seja, é um “não” que decidimos dar ao amor de Deus.
- No Gênesis, há uma narração do pecado original (cf. Gn 2-3). O homem vivia feliz no Paraíso em íntima união com Deus. O demônio seduziu e enganou os nossos primeiros pais, que aceitaram a tentação. O Primeiro pecado do homem foi o pecado de soberba. O homem queria ser Deus, queria ser o árbitro do bem e do mal (Gn 3, 1-6). À culpa dos primeiros pais chamamos pecado original, isto é, o pecado que deu origem a todos os outros.
Com o pecado, o homem perde alguns dons, isto é, ele sai do estado inicial em que estava quando foi criado. Deus havia feito um programa para o homem. O homem é filho de Deus, sendo assim, deve viver o programa dado por Deus. Quando o diabo propõe ao homem um novo programa de vida, onde ele, o homem, seria o próprio árbitro do bem e do mal, este, pela soberba, opta por tal programa.
Quando o homem diz “não” a Deus, ele “cai” e perde os dons preternaturais:
Imortalidade: naturalmente morreríamos, mas não seria uma morte brusca como é (Gn 2,7; Sb 2, 14; Rm 5,12).
Impassibilidade: ausência de sofrimento, que é decorrente do pecado (Gn 3, 16)
Ciência moral infusa: é a capacidade de fazer o que é da vontade de Deus.
Integridade: o homem não era dividido pelas paixões.
Por causa do pecado dos nossos primeiros pais todos nós nascemos com a “marca” do pecado original. É uma espécie de herança negativa.
Sabemos que o pecado é uma atitude contrária à vontade de Deus. Conforme Mt 7,3 distingue-se dois tipos de pecado: o pecado venial e o pecado mortal.
Pecado venial: é um pecado leve, uma ofensa sem maiores consequências.  Eles são perdoados quando deles nos arrependemos. Os pecados veniais, mesmo sendo pecados leves, devem ser evitados, porque é da prática dos veniais que caímos nos mortais ( 1 Cor 3,16; Eclo 19,1; Tg 3,5). Quem vem a falecer com os pecados veniais, purifica-se no purgatório (Mt 5, 25-26).
Pecado mortal: é uma ofensa grave, rompe o estado de graça com Deus. Os pecados mortais exigem a reconciliação pelo Sacramento da Penitência e, é claro, exige o arrependimento. Quem morre em pecado mortal, não alcança o céu, pois estava fechado à graça ( 1 Cor 16,22).
O único pecado que não tem o perdão de Deus é o pecado contra o Espírito Santo, isto é, é estar fechado à graça de Deus. 
Mesmo sendo um arrependimento sincero devemos confessar nossas faltas porque a confissão aumenta em nós a graça, e mais, é Cristo que quer assim e mandou que se fizesse deste modo (cf. Mt 18, 18; Jo 20, 21-23). Na celebração da Santa Missa alcançamos o perdão dos pecados veniais no ato penitencial, mas dos mortais só no Sacramento da Reconciliação.
Podemos pecar de quatro modos: por pensamentos, palavras, atos e omissões.
Para haver pecado mortal é preciso que haja:
a)      Matéria grave
b)      Conhecimento pleno do mal
c)       Consentimento da vontade
Para viver a graça é preciso: praticar os mandamento, ou agir segundo a consciência, caso alguém não conheça os mandamentos.
São Paulo nos adverte que o prêmio do pecado é morte (Rm 6,23).
Deus nos dará os meios para vencermos o pecado (Rm 5,20). Orando, lendo a Sagrada Escritura, mortificando-nos, comungando, fazendo boas obras, fugindo das ocasiões de pecado, confessando-nos; com certeza, cresceremos no amor de Deus.
Lembrem-se: O pecado é um ato pessoal. Alem disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quando neles cooperamos:
1.       Participando deles direta e voluntariamente;
2.       Mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados;
3.       Não os revelando ou não os impedindo, quando a isso somos obrigados;
4.       Protegendo os que fazem o mal; (CIC 1868)
Assim o pecado tornar os homens cúmplices uns dos outros, faz reinar entre eles a concupicência, a violência e a injustiça. (CIC 1869).
Ação (agir transformador):
- Mostrar objetos criados por Deus e pelos homens. Todos podem ser usados para o bem? Todos podem ser usados para o mal? Que escolhas devemos fazer? Por quê? Deus criou alguma coisa má ou nós que utilizamos as coisas ou as nossas decisões para o mal?
Atividade: folhinha
Oração Final: PAI – NOSSO – frizar a parte “ perdoai as nossas ofensas...”

                                                                           








                                                                                 

                                                                               

                                                                           
                                                                             
Na nossa caminhada precisamos de força e, por isso, nós comemos para ficarmos mais fortes. Jesus no deu a Eucaristia que é o nosso alimento. Este é o Sacramento da Comunhão.
 Ler e Comentar: Jo 6,56.





















                                                                               

     Objetos litúrgicos e móveis sacros:



Os sacramentos da nova Lei foram instituídos por Cristo e são em número de sete, a saber:

1. O Batismo,
2. A Crisma,
3. A Eucaristia,
4. A Confissão,
5. A Unção dos Enfermos,
6. A Ordem,
7. O Matrimônio.
Os sete sacramentos tocam todas as etapas e momentos importantes da vida do cristão.
O que é um sacramento?
O catecismo diz que "sacramento é um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para produzir a graça em nossas almas e santificá-las."
Os sacramentos são sinais de graças
A graça, que a teologia define "um dom sobrenatural de Deus", por causa dos méritos de Jesus Cristo, como meio de salvação, é tudo na religião católica, é suaseiva, o seu sopro, a sua alavanca.
Como provar a existência dos sete sacramentos?
É um dogma, definido pelo Concílio de Trento, que existem os sacramentos e que são em número de sete, condenando o erro protestante.
O Batismo:
Sua instituição e preceito estão positivamente marcados nos seguintes textos: "Em verdade vos digo, disse Jesus a Nicodemos, quem não renascer da água e do Espírito Santo, não pode entrar no reino de Deus" (Jo 3, 5)
A Crisma
Os atos dos apóstolos provam que o seu rito exterior consiste na imposição das mãos, diferente do batismo que utiliza a água.
A Eucaristia
 A palavra "Eucaristia" provém de duas palavras gregas "eu-cháris": "ação de graça", e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de pão e vinho.
Confissão
 A confissão consiste em um sacramento instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do batismo.
Sobre o sacramento da Confissão, devemos analisar o seguinte:
 1) Os homens pecam
 2) É necessário obter o perdão desses pecados
 3) Nosso Senhor instituiu um sacramento para a remissão dos pecados
 4)) A confissão deve ser feita a um Padre.
 5) Diferença entre "atrição" e "contrição"
 6) O que é necessário para ser eficaz uma confissão?
A Extrema-Unção
 É o quinto sacramento instituído por Jesus Cristo, sem que saibamos em que época o instituiu.
A instituição da extrema-unção decorre destas palavras de S. Tiago: "Está entre vós alguém enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E o Senhor o aliviará, e se estiver em algum pecado ser-lhe-á perdoado" (Tgo 5, 14-15).
A Ordem
 A Ordem é o sacramento que dá o poder de desempenhar as funções eclesiásticas, e a graça de fazê-lo santamente.
O Matrimônio
É o último na série dos sacramentos. O casamento que era antes de Jesus Cristo mero contrato, é um verdadeiro sacramento da nova lei. Não sabemos exatamente o tempo nem o lugar em que Jesus Cristo instituiu este sacramento;


                                                                  Lembrete:
            - a Hóstia é feita de pão de trigo sem fermento e água; não é doce;
            - a Hóstia comunga-se “comendo” e não “engolindo”;
            - os meninos comungam da forma mais comum “pela boca”;
            - a Hóstia não se destina a alimentar o “estômago”, mas é alimento da “alma”, do “coração”, se quiserem;
            - Na Hóstia consagrada na Missa, manifesta-se a presença real e substancial de Jesus ressuscitado. É o modo por excelência da presença de Jesus. Não se brinca com a Hóstia!
A Santa Missa é o mais precioso Bom que Deus nos deu.
Ali Jesus relembra ao Pai do Céu que Ele derramou Seu Preciosíssimo Sangue por nós na Cruz, para que nós possamos ser purificados dos nossos pecados.
Por isso nós nos arrependemos dos nossos pecados, em primeiro lugar.
Depois nós oferecemos ao Bom Deus pão e vinho e nós mesmos.
Na Consagração o Sacerdote fala as Santas Palavras através das quais Cristo Jesus transforma o Pão e o Vinho no Seu Corpo e Sangue. Por isso ficamos ajoelhados nessa hora e adoramos Jesus.
Na Santa Comunhão Jesus vem ao coração dos filhos de Deus que O amam.
Agora então, cheios da Graça de Deus voltamos para Casa .
As principais partes da Santa Missa são:         
Ofertório, Consagração e Comunhão.

No Confessionário

Muitas vezes antes da Confissão você precisa esperar até que chegue a sua vez. Aproveite este tempo para rezar. Faça de novo de todo o coração um ato de contrição.

1.   Exame de Consciência (pensar)
2.   Arrepender
3.   Melhorar, corrigir-se (Propósito)
4.   Penitência.

1.   Ao chegar ao confessionário ajoelhe-se. Durante a bênção do Sacerdote faça devotamente o sinal da Cruz e diga:
“Confesso hoje pela primeira vez. Com humildade e arrependimento confesso os meus pecados”.
E agora diga os seus pecados ao confessor. Você pode utilizar as anotações que fez no lembrete ou dizê-los de memória.

Na Confissão não fale demasiado baixo para que o confessor possa bem entendê-lo; nem fale alto para que os que estão de fora do confessionário não o ouçam. Não tenha medo de dizer também aqueles pecados, dos quais você se envergonha. Quanto mais humilde e sincera for sua confissão, com tanto mais amor e misericórdia corresponderá o Divino Salvador.
Em todas as outras confissões diga: “Minha última confissão foi há... semanas. Com humildade e contrição confesso os meus pecados.”

2.   Ao final diga: “Estes são os meus pecados dos quais me arrependo sinceramente e peço absolvição” ou “ Meu Jesus Misericórdia!”

3.   Agora escute com atenção os conselhos que o confessor lhe dá. Ele representa o próprio Deus. No final ele lhe dará uma penitência, ao que você responderá: “Deus lhe pague!”

4.   Então o Sacerdote lhe dará a absolvição. Este é o momento em que Jesus pela palavra do Sacerdote lava e purifica a sua alma de todos os pecados. Nesse momento o sacerdote diz: “Eu te absolvo dos teus pecados em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” E você de mãos postas faz agora o sinal da cruz e responde: “Amém!”.

5.   Depois o Sacerdote diz: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo” e você responde: “Para sempre Seja louvado”. Amém! Então você sai do confessionário e reza com devoção sua penitência, de preferência diante do Sacrário, onde Jesus mora. Agradeça a Ele de todo o coração Sua Misericórdia e Seu Amor e as graças recebidas.

Confesse-se entre cada 3 a 5 semanas, mesmo se não tiver pecados graves, pois em todo o caso receberá as graças da Confissão :
Horror ao pecado,
A virtude do amor e
Sobretudo o aumento da graça santificante.






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