2º Concerto de Natal

2º Concerto de Natal

Ano da Misericórdia

terça-feira, 26 de junho de 2012

PRIMEIRA EUCARISTIA

Leitura bíblica: Jo 7, 37
Quando você ama uma pessoa, você demonstra este amor através de sinais: um abraço, um beijo, um presente, um aperto de mão, uma ajuda. O presente, o abraço, o aperto de mão e a ajuda, não são o amor que você tem por ela; são, isto sim, SINAIS. E a pessoa que recebe estes sinais sabe que escondido neles está todo o amor que você tem por ela.
OS SINAIS DO AMOR DE DEUS POR NÓS SÃO:
1) Batismo
2) Reconciliação ou Confissão e Penitência
3) Eucaristia
4) Confirmação ou crisma
5) Matrimônio
6) Ordem
7) Unção dos enfermos
ESTES SETE SINAIS SÃO CHAMADOS SACRAMENTOS
Em João 7, 37 lemos que Jesus é a fonte da Água Viva: “Quem tem sede, venha a mim e beba.”
É através dos sacramentos que a “Água Viva”, a graça, o amor de Deus, chega até nós.
Para que este amor fosse uma realidade em nossa vida, Deus Pai enviou Seu Filho, Jesus Cristo, para reconquistar o coração do homem, criado a sua imagem e semelhança e que tinha se afastado de sua presença pelo pecado.
Para que nós nos aproximemos sempre mais de Deus e experimentemos Seu amor, e para que cresça em nós a fé, Jesus Cristo presenteou-nos com os SACRAMENTOS.
Cada sacramento possui gestos, palavras e material próprio. Por trás dos gestos, sinais e palavras existe o amor de Deus que quer nos redimir.
TODO SACRAMENTO CONSTA DE: GESTO OU SINAL E PALAVRA DE FÉ
Assim, por exemplo, no Batismo:
Gesto: derramamento de água na cabeça do batizado.
Palavra de fé: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”
Na Bíblia encontramos o modo como Jesus, autor dos sacramentos, os instituiu.
BATISMO: Jesus institui o Batismo quando ELE mesmo foi batizado por João, no rio Jordão (Mt 3, 13-17). Depois, antes de subir aos céus, deu a ordem: “Ide, pois, ensinai todas as nações, batizai-as em Nome do Pai, do Filho e do Espírito santo” (Mt 28, 19).
RECONCILIAÇÃO OU CONFISSÃO E PENITÊNCIA: Aparecendo aos discípulos, fechados no Cenáculo, com medo dos judeus, Jesus se pôs no meio deles. Disse-lhes: “A Paz esteja convosco!” Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado e os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. Jesus disse-lhes: “A Paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim eu vos envio”. Depois destas palavras, soprou sobre eles, dizendo: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhe-ão perdoados. Aqueles a quem não perdoardes, não serão perdoados” (Jo 20, 19-23).
EUCARISTIA: Durante a Ceia Jesus tomou o pão e, depois de o benzer, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: “Tomai, isto é meu corpo”. Em seguida, tomou o cálice, deu graças e apresentou-o aos discípulos, dizendo: “Isto é o meu sangue” (Mc 14, 22-24).
CONFIRMAÇÃO OU CRISMA: “Pedro e João foram enviados a samaritana e, quando lá chegaram, fizeram orações sobre os fieis. Impuseram as mãos sobre eles, para que recebessem o Espírito Santo” (At 8, 14-17).
MATRIMÔNIO: O casamento existe desde a criação do homem, mas foi Jesus quem fez do casamento um sacramento e chamando-o de Matrimônio. Jesus ensinou às multidões e respondeu às perguntas que os fariseus lhe faziam, dizendo: “Não separe o homem o que Deus uniu” (Mc 10, 9)
ORDEM: Tomando o pão, deu graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: “Isto é meu corpo que é dado por vós! Fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19).
UNÇÃO DOS ENFERMOS: “Alguém dentre Vós está triste? Reze! Está alegre? Cante! Está enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em Nome do Senhor. A oração da fé salvará o enfermo e o Senhor o restabelecerá” (Tg 5, 13-15).
Atividades:
1. Responda e memorize:
a) O que são sacramentos?
__________________________________________________________________
b) Quantos e quais são os sacramentos? Escreva-os em ordem:
__________________________________________________________________
c) Quais os sacramentos que você já recebeu?
_______________________________________________________________
d) Qual é o sacramento que nos abre as portas para podermos receber os outros sacramentos? _______________________________________________________________
2. Complete e memorize:
O sacramento que perdoa nossos pecados chama-se:____________
O sacramento que confirma em nós o Espírito Santo é a ___________________________________________
O sacramento que une para sempre dois jovens no amor chama-se ________________________________
O sacramento que torna um homem sacerdote chama-se __________________________________________


Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o criador e o Salvador, o Senhor e o Mestre de tudo o que existe."Adorarás o Senhor teu Deus, e só a Ele prestarás culto"(Lc4,8).
Adorar a Deus é reconhecer o nada de cada um de nós, e que só existimos por causa de Deus.

Quando o Anjo do Senhor apareceu em Fátima aos três pastorinhos, trazendo na mão um cálice com a Sagrada Eucaristia, prostrou-se de joelhos com o rosto em terra e convidou as crianças a repetir com ele esta oração:
"Meu Deus! eu creio, adoro, espero e amo-Vos: peço para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos Amam"(3 vezes).

Graças e louvores sejam dados a todos momentos
Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!
Abençoada Adoração!!

ESCREVA PARA JESUS PEDINDO AQUILO QUE PRECISA E AGRADECENDO PELO QUE DE BOM TEM RECEBIDO! 

Dica legal para termos em casa: Livro Uma Visita ao Santíssimo Sacramento, editora Canção Nova.



  Como se preparar para uma boa Confissão e uma boa Comunhão

Como se preparar para uma boa Confissão

A Penitência ou Confissão é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para que os cristãos recebam o perdão de seus pecados. Também é conhecido como o Sacramento da Reconciliação.

“Os pecados daqueles que vocês perdoarem,
serão perdoados.” (Jo 20,23)

O que é necessário para fazer uma boa confissão?

Para uma boa confissão, são necessárias 5 condições:
1. Um bom exame de consciência diante de Deus;
2. Arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo;
3. Firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter;
4. Confissão clara e objetiva dos pecados a um sacerdote;
5. Cumprir a penitência indicada pelo sacerdote.

Sugestão de um breve exame de consciência

Para se realizar um bom exame de consciência, uma sugestão é refletir sobre como estamos praticando os 10 Mandamentos da Lei de Deus.

1. Amar a Deus sobre todas as coisas
Estou amando a Deus em primeiro lugar? Dedico algum tempo do meu dia para conversar com Deus, orando e lendo a sua Palavra?

2. Não tomar seu santo nome em vão
Tenho respeito pelo nome de Deus ou estou sempre usando o seu santo nome de qualquer modo? Faço juramentos falsos ou promessas em nome de Deus?

3. Guardar domingos e festas de guarda
Tenho honrado o dia do Senhor e os dias santos, participando da Santa Missa ou tenho trocado estes momentos por outros compromissos?

4. Honrar pai e mãe
Tenho amor e respeito pelos meus pais? Estou sempre disposto a ajudar meus pais em suas necessidades?

5. Não matar
Tenho respeito pela vida do meu próximo? Aconselhei ou pratiquei algo que prejudicou a vida do meu próximo?

6. Não pecar contra a castidade
Nosso corpo é Templo do Espírito Santo. Tenho respeito pelo meu corpo e pelo corpo do meu próximo?

7. Não furtar
Roubei algo ou desejei injustamente os bens do meu próximo?

8. Não levantar falso testemunho
Tenho sido leal e verdadeiro ou estou prejudicando o meu próximo com calúnias e fofocas?

9. Não desejar a mulher do próximo
Tenho sido fiel a minha esposa ou esposo? Tenho respeito pela esposa ou esposo do (a) próximo (a)?

10. Não cobiçar as coisas alheias
Tenho sido ambicioso e desonesto para conseguir algo? Tenho inveja do sucesso do meu próximo?


Lembre-se:

Pecado é tudo aquilo que fazemos que desagrada a Deus. Quando pecamos, nos afastamos de Deus e perdemos a sua amizade, por isso precisamos nos confessar para nos reconciliarmos com Deus e voltar a ter sua amizade.
Existem dois tipos de pecados, os MORTAIS (graves) e os VENIAIS (leves) e podemos pecar de 4 modos: por pensamentos, palavras, atitudes e omissões.


Como se preparar para uma boa Comunhão

Para se realizar uma boa Comunhão, devemos observar algumas recomendações:

1. Estar em estado de graça
Estado de graça quer dizer: ter a consciência limpa de todo pecado mortal. Quem come e bebe o corpo e sangue de Cristo indignamente, além de cometer sacrilégio, está comungando a própria condenação. (ICor 11,27-29)

2. Guardar jejum de um hora antes da Comunhão
Este jejum é conhecido como jejum Eucarístico.
Quem vai receber a Santíssima Eucaristia, deve abster-se, pelo espaço de ao menos uma hora antes da sagrada comunhão, de qualquer comida ou bebida, exceto água ou remédios. As pessoas de idade avançada e as pessoas doentes, e ainda quem cuida deles, pode receber a Santíssima Eucaristia, mesmo que dentro da hora anterior tenham se alimentado.

3. Saber o que se vai receber e aproximar-se da Sagrada Comunhão com fé, respeito e devoção
Quem comunga, deve saber o que vai receber, conhecer e acreditar firmemente no que a Doutrina católica ensina sobre este Sacramento, ou seja, Jesus Cristo está real, verdadeira e substancialmente presente na Comunhão.
Devemos receber a Eucaristia com humildade e modéstia, tanto em espírito como fisicamente, se vestindo e se comportando com o devido respeito.

4. Fazer um momento de ação de graças após a comunhão
Fazer ação de graças significa conservar-se recolhido, a honrar a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo dentro de nós, renovando com atos de fé, esperança, caridade, adoração, agradecimento, oferecimento e de súplica, pedindo as graças que são mais necessárias para nós e para aqueles por quem desejamos rezar.

5. Permanência de Jesus em nós
Ao comungar, recebemos Jesus em corpo, sangue, alma e divindade. Devemos nos esforçar para não cometer pecados mortais, para que a graça de Deus permaneça sempre em nosso coração, através da presença real de Jesus em nós.


Eu sou o pão vivo que desceu do céu.
Quem come deste pão viverá
para sempre. (Jo 6,51)





 
                                                                                  


                                                                              





                                                                           



                                                                           


Para viver uma boa confissão
Entenda um pouco mais sobre o sacramento da reconciliação.

1. O QUE É A CONFISSÃO? Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da Reconciliação.

2. QUEM INSTITUIU O SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA?             O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23).

3. A IGREJA TEM A AUTORIDADE PARA PERDOAR OS PECADOS ATRAVÉS DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA? Sim, a Igreja tem esta autoridade porque a recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu" (Mt 18,18).

4. POR QUE ME CONFESSAR E PEDIR O PERDÃO PARA UM HOMEM IGUAL A MIM? Só Deus perdoa os pecados. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

5. OS PADRES E BISPOS TAMBÉM SE CONFESSAM? Sim, obedientes aos ensinamentos de Cristo e da Igreja, todos os Padres, Bispos e mesmo o Papa se confessam com frequência, conforme o mandamento: "Confessai os vossos pecados uns aos outros" (Tg 5,16 ).

6. O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO? Para se fazer uma boa confissão são necessárias 5 condições: a) um bom e honesto exame de consciência diante de Deus; b) arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo; c) firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter; d) confissão objetiva e clara a um sacerdote; e) cumprir a penitência que o padre nos indicar.

7. COMO DEVE SER A CONFISSÃO? Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse (diga) seus pecados com clareza, primeiro os mais graves, depois os mais leves. Fale resumidamente, mas sem omitir o necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém, se participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos alguém a praticar um aborto, somos tão culpados como quem cometeu o aborto).

8. O QUE PENSAR DA CONFISSÃO FEITA SEM ARREPENDIMENTO OU SEM PROPÓSITO DE CONVERSÃO, OU SEJA, SÓ PARA "DESCARREGAR" UM POUCO OS PECADOS? Além de ser uma confissão totalmente sem valor, é uma grave ofensa à Misericórdia Divina. Quem a pratica comete um pecado grave de sacrilégio.

9. QUE PECADOS SOMOS OBRIGADOS A CONFESSAR? Somos obrigados a confessar todos os pecados graves (mortais). Mas é aconselhável também confessar os pecados leves (veniais) para exercitar a virtude da humildade.

10. O QUE SÃO PECADOS GRAVES (MORTAIS) E SUAS CONSEQUÊNCIAS? São ofensas graves a Deus ou ao próximo. Eles apagam a caridade no coração do homem e o desviam de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme diz a Escritura: "Há pecado que leva à morte" (1Jo 5,16b).

11. O QUE SÃO PECADOS LEVES (ou também chamados de VENIAIS)? São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniquidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (1Jo 5, 17).

12. PODEIS DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PECADOS GRAVES? São pecados graves, por exemplo: O assassinato, o aborto provocado, assistir ou ler material pornográfico, destruir de forma grave e injusta a reputação do próximo, oprimir o pobre, o órfão ou a viúva, fazer mau uso do dinheiro público, o adultério, a fornicação, entre outros.

13. QUER DIZER QUE TODO AQUELE QUE MORRE EM PECADO MORTAL ESTÁ CONDENADO?Merece a condenação eterna. Porém, somente Deus, que é justo e misericordioso e que conhece o coração de cada pessoa, pode julgar.

14. E SE TENHO DÚVIDAS SE COMETI PECADO GRAVE OU NÃO? Para que haja pecado grave (mortal) é necessário: a) conhecimento, ou seja, a pessoa deve saber, estar informada que o ato a ser praticado é pecado; b) consentimento, ou seja, a pessoa tem tempo para refletir, e escolhe (consente) cometer o pecado; c) liberdade, isto é, significa que somente comete pecado quem é livre para fazê-lo; d) matéria, ou seja, significa que o ato a ser praticado é uma ofensa grave aos Mandamentos de Deus e da Igreja. Estas 4 condições também são aplicáveis aos pecados leves, com a diferença que neste caso a matéria é uma ofensa leve contra os Mandamentos de Deus.

15. SE ESQUECI DE CONFESSAR UM PECADO QUE JULGO GRAVE? Se esquecestes realmente, o Senhor te perdoou, mas é preciso acusá-lo ao sacerdote em uma próxima confissão.

16. E SE NÃO SINTO REMORSO, COMETI PECADO? Não sentir peso na consciência (remorso) não significa que não tenhamos pecado. Se nós cometemos livremente uma falta contra um Mandamento de Deus, de forma deliberada, nós cometemos um pecado. A falta de remorso pode ser um sinal de um coração duro, ou de uma consciência pouco educada para as coisas espirituais (por exemplo, um assassino pode não ter remorso por ter feito um crime, mas seu pecado é muito grave).

17. A CONFISSÃO É OBRIGATÓRIA? O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. Mas somos também obrigados toda vez que cometemos um pecado mortal.

18. QUAIS OS FRUTOS DE SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE? Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até mesmo aqueles que tenhamos esquecido. E nos dá a graça santificante, tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranquilidade de consciência, consolo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto. Exercita-nos na humildade e nos faz crescer em todas as virtudes.

19. E SE TENHO DIFICULDADE PARA CONFESSAR UM DETERMINADO PECADO? Se somos conhecidos de nosso pároco, devemos neste caso fazer a confissão com outro padre para nos sentirmos mais à vontade. Em todo caso, antes de se confessar converse com o sacerdote sobre a sua dificuldade. Ele usará de caridade para que a sua confissão seja válida sem lhe causar constrangimentos. Lembre-se: ele está no lugar de Jesus Cristo!

20. O QUE SIGNIFICA A PENITÊNCIA DADA NO FINAL DA CONFISSÃO? A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.
                                                                               
Dinâmica:
OVO - DINÂMICA PARA TRABALHAR SACRAMENTO CONFISSÃO/GRAÇA
Material: um copo, uma colher, sal, um ovo e pires.
Ao falar sobre o pecado, a vida sem Deus, compare a alma que está em pecado com o ovo. Enquanto estiver falando do que acontece à alma que está em pecado, coloque o ovo dentro do copo com água e chame a atenção pelo fato do ovo afundar rapidamente.
Retire com uma colher o ovo de dentro do copo e coloque-o no pires, em um lugar à parte.
Fale sobre a importância do sal nos alimentos, conservando-os e dando-lhes sabor. Compare com a graça de Deus em nossa vida. Enquanto isto coloque o sal na água do copo. Mexa com a colher por uns instantes para que se dissolva, enquanto o sal se dissolve , desaparecendo, faça a comparação com a alma quando vai confessando seus pecados ao Sacerdote e estes vão se consumindo até desaparecerem ao receberem a absolvição dos pecados.
Diga que assim como os alimentos sem sal ficam ruins, sem gosto. Nossa vida em estado de pecado é também ruim, sem graça. Agora coloque o ovo dentro da água salgada (ele irá flutuar) e vá dizendo o que acontece com a alma que se confessou: fica leve, livre de todo o peso que tinha antes de confessar-se.
Pecado Mortal e Venial 
Colocação do Tema (julgar):
Leitura Bíblica: Is 43,1; Jr 31,3; 1Jo 4,8, Is 49,15
- O pecado é uma transgressão voluntária da Lei divina, ou seja, é um “não” que decidimos dar ao amor de Deus.
- No Gênesis, há uma narração do pecado original (cf. Gn 2-3). O homem vivia feliz no Paraíso em íntima união com Deus. O demônio seduziu e enganou os nossos primeiros pais, que aceitaram a tentação. O Primeiro pecado do homem foi o pecado de soberba. O homem queria ser Deus, queria ser o árbitro do bem e do mal (Gn 3, 1-6). À culpa dos primeiros pais chamamos pecado original, isto é, o pecado que deu origem a todos os outros.
Com o pecado, o homem perde alguns dons, isto é, ele sai do estado inicial em que estava quando foi criado. Deus havia feito um programa para o homem. O homem é filho de Deus, sendo assim, deve viver o programa dado por Deus. Quando o diabo propõe ao homem um novo programa de vida, onde ele, o homem, seria o próprio árbitro do bem e do mal, este, pela soberba, opta por tal programa.
Quando o homem diz “não” a Deus, ele “cai” e perde os dons preternaturais:
Imortalidade: naturalmente morreríamos, mas não seria uma morte brusca como é (Gn 2,7; Sb 2, 14; Rm 5,12).
Impassibilidade: ausência de sofrimento, que é decorrente do pecado (Gn 3, 16)
Ciência moral infusa: é a capacidade de fazer o que é da vontade de Deus.
Integridade: o homem não era dividido pelas paixões.
Por causa do pecado dos nossos primeiros pais todos nós nascemos com a “marca” do pecado original. É uma espécie de herança negativa.
Sabemos que o pecado é uma atitude contrária à vontade de Deus. Conforme Mt 7,3 distingue-se dois tipos de pecado: o pecado venial e o pecado mortal.
Pecado venial: é um pecado leve, uma ofensa sem maiores consequências.  Eles são perdoados quando deles nos arrependemos. Os pecados veniais, mesmo sendo pecados leves, devem ser evitados, porque é da prática dos veniais que caímos nos mortais ( 1 Cor 3,16; Eclo 19,1; Tg 3,5). Quem vem a falecer com os pecados veniais, purifica-se no purgatório (Mt 5, 25-26).
Pecado mortal: é uma ofensa grave, rompe o estado de graça com Deus. Os pecados mortais exigem a reconciliação pelo Sacramento da Penitência e, é claro, exige o arrependimento. Quem morre em pecado mortal, não alcança o céu, pois estava fechado à graça ( 1 Cor 16,22).
O único pecado que não tem o perdão de Deus é o pecado contra o Espírito Santo, isto é, é estar fechado à graça de Deus. 
Mesmo sendo um arrependimento sincero devemos confessar nossas faltas porque a confissão aumenta em nós a graça, e mais, é Cristo que quer assim e mandou que se fizesse deste modo (cf. Mt 18, 18; Jo 20, 21-23). Na celebração da Santa Missa alcançamos o perdão dos pecados veniais no ato penitencial, mas dos mortais só no Sacramento da Reconciliação.
Podemos pecar de quatro modos: por pensamentos, palavras, atos e omissões.
Para haver pecado mortal é preciso que haja:
a)      Matéria grave
b)      Conhecimento pleno do mal
c)       Consentimento da vontade
Para viver a graça é preciso: praticar os mandamento, ou agir segundo a consciência, caso alguém não conheça os mandamentos.
São Paulo nos adverte que o prêmio do pecado é morte (Rm 6,23).
Deus nos dará os meios para vencermos o pecado (Rm 5,20). Orando, lendo a Sagrada Escritura, mortificando-nos, comungando, fazendo boas obras, fugindo das ocasiões de pecado, confessando-nos; com certeza, cresceremos no amor de Deus.
Lembrem-se: O pecado é um ato pessoal. Alem disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quando neles cooperamos:
1.       Participando deles direta e voluntariamente;
2.       Mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados;
3.       Não os revelando ou não os impedindo, quando a isso somos obrigados;
4.       Protegendo os que fazem o mal; (CIC 1868)
Assim o pecado tornar os homens cúmplices uns dos outros, faz reinar entre eles a concupicência, a violência e a injustiça. (CIC 1869).
Ação (agir transformador):
- Mostrar objetos criados por Deus e pelos homens. Todos podem ser usados para o bem? Todos podem ser usados para o mal? Que escolhas devemos fazer? Por quê? Deus criou alguma coisa má ou nós que utilizamos as coisas ou as nossas decisões para o mal?
Atividade: folhinha
Oração Final: PAI – NOSSO – frizar a parte “ perdoai as nossas ofensas...”                                                                        






                                                                                 

                                                                               

                                                                           
                                                                             
Na nossa caminhada precisamos de força e, por isso, nós comemos para ficarmos mais fortes. Jesus no deu a Eucaristia que é o nosso alimento. Este é o Sacramento da Comunhão.
 Ler e Comentar: Jo 6,56.























                                                                               

     Objetos litúrgicos e móveis sacros:



Os sacramentos da nova Lei foram instituídos por Cristo e são em número de sete, a saber:

1. O Batismo,
2. A Crisma,
3. A Eucaristia,
4. A Confissão,
5. A Unção dos Enfermos,
6. A Ordem,
7. O Matrimônio.
Os sete sacramentos tocam todas as etapas e momentos importantes da vida do cristão.
O que é um sacramento?
O catecismo diz que "sacramento é um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para produzir a graça em nossas almas e santificá-las."
Os sacramentos são sinais de graças
A graça, que a teologia define "um dom sobrenatural de Deus", por causa dos méritos de Jesus Cristo, como meio de salvação, é tudo na religião católica, é suaseiva, o seu sopro, a sua alavanca.
Como provar a existência dos sete sacramentos?
É um dogma, definido pelo Concílio de Trento, que existem os sacramentos e que são em número de sete, condenando o erro protestante.
O Batismo:
Sua instituição e preceito estão positivamente marcados nos seguintes textos: "Em verdade vos digo, disse Jesus a Nicodemos, quem não renascer da água e do Espírito Santo, não pode entrar no reino de Deus" (Jo 3, 5)
A Crisma
Os atos dos apóstolos provam que o seu rito exterior consiste na imposição das mãos, diferente do batismo que utiliza a água.
A Eucaristia
 A palavra "Eucaristia" provém de duas palavras gregas "eu-cháris": "ação de graça", e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de pão e vinho.
Confissão
 A confissão consiste em um sacramento instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do batismo.
Sobre o sacramento da Confissão, devemos analisar o seguinte:
 1) Os homens pecam
 2) É necessário obter o perdão desses pecados
 3) Nosso Senhor instituiu um sacramento para a remissão dos pecados
 4)) A confissão deve ser feita a um Padre.
 5) Diferença entre "atrição" e "contrição"
 6) O que é necessário para ser eficaz uma confissão?
A Extrema-Unção
 É o quinto sacramento instituído por Jesus Cristo, sem que saibamos em que época o instituiu.
A instituição da extrema-unção decorre destas palavras de S. Tiago: "Está entre vós alguém enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E o Senhor o aliviará, e se estiver em algum pecado ser-lhe-á perdoado" (Tgo 5, 14-15).
A Ordem
 A Ordem é o sacramento que dá o poder de desempenhar as funções eclesiásticas, e a graça de fazê-lo santamente.
O Matrimônio
É o último na série dos sacramentos. O casamento que era antes de Jesus Cristo mero contrato, é um verdadeiro sacramento da nova lei. Não sabemos exatamente o tempo nem o lugar em que Jesus Cristo instituiu este sacramento;


                                                                  Lembrete:
            - a Hóstia é feita de pão de trigo sem fermento e água; não é doce;
            - a Hóstia comunga-se “comendo” e não “engolindo”;
            - os meninos comungam da forma mais comum “pela boca”;
            - a Hóstia não se destina a alimentar o “estômago”, mas é alimento da “alma”, do “coração”, se quiserem;
            - Na Hóstia consagrada na Missa, manifesta-se a presença real e substancial de Jesus ressuscitado. É o modo por excelência da presença de Jesus. Não se brinca com a Hóstia!
A Santa Missa é o mais precioso Bom que Deus nos deu.
Ali Jesus relembra ao Pai do Céu que Ele derramou Seu Preciosíssimo Sangue por nós na Cruz, para que nós possamos ser purificados dos nossos pecados.
Por isso nós nos arrependemos dos nossos pecados, em primeiro lugar.
Depois nós oferecemos ao Bom Deus pão e vinho e nós mesmos.
Na Consagração o Sacerdote fala as Santas Palavras através das quais Cristo Jesus transforma o Pão e o Vinho no Seu Corpo e Sangue. Por isso ficamos ajoelhados nessa hora e adoramos Jesus.
Na Santa Comunhão Jesus vem ao coração dos filhos de Deus que O amam.
Agora então, cheios da Graça de Deus voltamos para Casa .
As principais partes da Santa Missa são:         
Ofertório, Consagração e Comunhão.

No Confessionário

Muitas vezes antes da Confissão você precisa esperar até que chegue a sua vez. Aproveite este tempo para rezar. Faça de novo de todo o coração um ato de contrição.

1.   Exame de Consciência (pensar)
2.   Arrepender
3.   Melhorar, corrigir-se (Propósito)
4.   Penitência.

1.   Ao chegar ao confessionário ajoelhe-se. Durante a bênção do Sacerdote faça devotamente o sinal da Cruz e diga:
“Confesso hoje pela primeira vez. Com humildade e arrependimento confesso os meus pecados”.
E agora diga os seus pecados ao confessor. Você pode utilizar as anotações que fez no lembrete ou dizê-los de memória.

Na Confissão não fale demasiado baixo para que o confessor possa bem entendê-lo; nem fale alto para que os que estão de fora do confessionário não o ouçam. Não tenha medo de dizer também aqueles pecados, dos quais você se envergonha. Quanto mais humilde e sincera for sua confissão, com tanto mais amor e misericórdia corresponderá o Divino Salvador.
Em todas as outras confissões diga: “Minha última confissão foi há... semanas. Com humildade e contrição confesso os meus pecados.”

2.   Ao final diga: “Estes são os meus pecados dos quais me arrependo sinceramente e peço absolvição” ou “ Meu Jesus Misericórdia!”

3.   Agora escute com atenção os conselhos que o confessor lhe dá. Ele representa o próprio Deus. No final ele lhe dará uma penitência, ao que você responderá: “Deus lhe pague!”

4.   Então o Sacerdote lhe dará a absolvição. Este é o momento em que Jesus pela palavra do Sacerdote lava e purifica a sua alma de todos os pecados. Nesse momento o sacerdote diz: “Eu te absolvo dos teus pecados em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” E você de mãos postas faz agora o sinal da cruz e responde: “Amém!”.

5.   Depois o Sacerdote diz: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo” e você responde: “Para sempre Seja louvado”. Amém! Então você sai do confessionário e reza com devoção sua penitência, de preferência diante do Sacrário, onde Jesus mora. Agradeça a Ele de todo o coração Sua Misericórdia e Seu Amor e as graças recebidas.

Confesse-se entre cada 3 a 5 semanas, mesmo se não tiver pecados graves, pois em todo o caso receberá as graças da Confissão :
Horror ao pecado,
A virtude do amor e
Sobretudo o aumento da graça santificante.






Um comentário:

  1. Maravilhoso este blog, sou catequista e me ajudou muito, vou imprimir e passar aos catequizandos varios desses ensinamentos.

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