domingo, 28 de abril de 2013

Turminha da 2ª Etapa 2013

Essa turminha promete!! Beijos galera!!! Amo vocês muito, muito, muito!!
                                                                               

quinta-feira, 25 de abril de 2013

5º Domingo da Páscoa - Evangelho - João 13, 31-35


Jesus nos ordena que amemos uns aos outros assim como Ele nos ama (João 13:34). Se Deus é imparcial, e nos ama com imparcialidade, isto significa que precisamos amar aos outros com o mesmo alto padrão. Se tratarmos uma pessoa com desprezo, estamos maltratando uma pessoa criada à imagem de Deus; estaremos ferindo alguém que Deus ama e por quem Jesus morreu.              
A LENDA DO AMOR
Era Uma vez o AMOR...
O amor morava numa casa assoalhada
de estrelas e toda enfeitada de sóis.
Mas não havia luz na casa do Amor,
Porque a luz é o próprio Amor.
E, uma vez,
O Amor queria uma casa mais linda para si.
- Que estranha mania esta do Amor!
E fez a terra.
E na terra fez a carne.
E na carne soprou a vida.
E na vida soprou a imagem de Sua semelhança.
E a chamou de homem.
E dentro do peito do homem o Amor construiu a Sua casa,
Pequenina mas palpitante,
Irrequieta, insatisfeita, como o próprio Amor.
E o Amor foi morar no coração do homem
E coube todinho lá dentro.
Porque o coração do homem foi feito do Infinito.
Uma vez...
O homem ficou com inveja do Amor.
Queria para si a casa do Amor, só para si.
Queria para si a felicidade do Amor, como se o Amor pudesse viver só.
E o homem sentiu uma fome torturante.
E comeu....
O Amor foi-se embora do coração do homem.
O homem começou a encher o seu coração:
Encheu-o com todas as riquezas da terra,
E ainda ficou vazio.
E o homem triste, derramou suor para ganhar a comida.
(Ele sempre tinha fome).
E continuava com o coração vazio.
Uma vez...
Resolveu repartir o seu coração inútil com as criaturas da terra.
O Amor soube.
Vestiu-se de carne e veio, também, receber o coração do homem.
Mas o homem reconheceu o Amor e o pregou numa cruz.
E continuou a derramar o suor para ganhar a comida.
O Amor, então, teve uma idéia:
Vestiu-se de comida, se disfarçou de Pão e ficou quietinho...
Quando o homem faminto ingeriu a comida
O Amor voltou à sua casa, no coração do homem.
E o coração do homem se encheu de plenitude.