terça-feira, 16 de abril de 2013

4 º Domingo da Páscoa - João 10, 27-30

Trabalhinho em Sala com minha Turminha!
                            
                                                                           
Disse Jesus: “Minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu as conheço e elas me seguem” (João 10,v. 27). O apelo de Jesus é amplo e universal, excluindo toda discriminação de pessoas por parte de Deus.

O santo Batismo é a porta do aprisco celeste, é a porta de acesso ao Reino. É a marca de propriedade divina, indelével e eterna.

Jesus afirma: “Eu lhes dou a vida eterna e elas jamais perecerão, e ninguém as arrebatará de minhas mãos. Meu Pai, que me deu tudo, é maior que todos e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um” (v. 28-29).

Jesus é o enviado de Deus. Entre o Filho e o Pai existe uma unidade, que não é uma fusão, mas uma comunhão perfeita e, no que concerne à salvação das ovelhas, fundamenta a segurança definitiva delas. O rebanho do Bom Pastor é, ao mesmo tempo, o rebanho único de Deus, unido para sempre, pois é o amor do Pai todo poderoso que o mantém e lhe garante a vida eterna.

*Jesus, meu Bom Pastor, teu bastão e teu cajado me dão segurança A teu lado não me falta coisa alguma. Tu me conduzes sempre pelo bom caminho. Sacias os anseios mais profundos da minha alma. Quero seguir-te até o fim de meus dias. AMÉM. ASSIM SEJA.

Que ovelha sou eu? Creio que no meu batismo fui marcado por uma tatuagem indestrutível de pertença ao Bom Pastor? Ouço sua voz e a ponho em prática? Confio na sua ajuda e proteção? Ele sacia os anseios mais profundos da minha alma? Creio que seguindo as pegadas do Bom Pastor “felicidade e amor me seguirão” aqui nesta vida e na eternidade que não tem fim?


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