segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Evangelho Lc.(13, 22-30)

A porta estreita da vida são os sacrifícios que teremos de fazer para nos manter de pé diante do Senhor no dia do Juízo. A passagem estreita são as negações de nós mesmo, as entregas por amor ao Reino de Deus, a partilha do que temos com os necessitados, o esforço de desprendemos para suportar as coisas e pessoas que nos são  desagradáveis,  como por exemplo, rezar pelos nossos inimigos, tolerar algo difícil. 
Para conseguirmos ser justos aos olhos de Deus, precisamos deixar de lado algumas coisas do nosso agrado egoísta, recusar muitas propostas do mundo que se nos apresentam como opções inteligentes que nos conduzem à felicidade total, mas no fundo não passam de enganações, de laços, armadilhas que acabam  nos levando para a porta larga da entrada do inferno.     
Através da nossa união com Cristo, com o corpo eucarístico de Cristo, nós seremos merecedores do Reino dos Céus. Não nos esquecendo do irmão. Pois não adianta tentar se unir a Cristo se estamos distantes do irmão. Isso não é possível.  Porque ninguém se salva sozinho. Precisamos da existência do irmão carente para podermos praticar a caridade, e merecer passar pela porta que nos leva ao Pai.
Cristo, portanto, é a porta, o caminho a verdade e a vida.  Ele é o único meio de chegarmos ao Pai.  Comungar é permanecer em Cristo. "Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós."  Comungar freqüentemente é permanecer com Cristo, é permanecer em estado de graça, vivendo uma vida de santidade, e assim na hora derradeira, estaremos puros e limpos prontos para passar  pela porta estreita.

Que Cristo hoje e sempre seja a nossa PORTA  de entrada no Céu.

              

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