sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

OITAVA DO NATAL

     
                    
Entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro a Igreja celebra a Oitava do Natal, ou seja, nesses oito dias vive-se a exultação da grande Festa do Nascimento de Jesus como um dia só.


Oitava tem dois sentidos no uso litúrgico cristão. No primeiro, é o oitavo dia após uma festa, inclusivamente, de forma que o dia sempre caia no mesmo dia da semana que a festa original. A palavra é derivada do latim octava (oitavo), com “dies” subentendido. O termo é também aplicado para todo o período de oito dias, durante o qual as ditas festas passam a ser observadas também.


O Natal não é apenas a celebração do aniversário de Jesus, é memória da nossa redenção. São Leão Magno um pai do século V, afirma que, com o nascimento de Jesus, “brilhou para nós o dia da nossa redenção”. Em Jesus Deus se aproximou do mundo, desposou a nossa humanidade, por isso, o mesmo Leão Magno refere-se às festas do natal como ao dia das nossas núpcias, em que se realizou o admirável intercâmbio entre o céu e a terra. Destacam-se o dia do natal com sua oitava, a epifania e o batismo do Senhor. No dia do natal, celebramos a humilde presença de Deus na terra, adoramos o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. É a festa da Divina solidariedade. Na epifania, conhecida como festa dos reis magos, celebramos a sua manifestação a todos os povos do mundo. O Batismo de Jesus no Jordão é a sua manifestação, no início da sua missão. Ele, o Servo da simpatia do Pai, destinado a ser luz das nações. É importante resgatar a dimensão pascal do natal. O presépio, as encenações, os gestos e os cânticos do Natal e da epifania devem nos ajudar a celebrar a “passagem” solidária de Deus na pobreza da gruta, na manifestação Jesus aos povos, em Belém, e na manifestação a seu povo, no Jordão. Os ofícios de vigília, com o simbolismo da luz, retomam, de modo especial, o clarão da vigília pascal: lembram o nascimento e a manifestação do Senhor Jesus qual luz a iluminar os que andavam nas trevas. O Rito das aspersão, especialmente na festa do batismo, expressa o nosso mergulho na divindade do Cristo, do mesmo modo como ele mergulhou em nossa humanidade.


A prática da celebração das oitavas pode ter tido suas origens na celebração de oito dias da Festa dos Tabernáculos e da Dedicação do Templo do Antigo Testamento. Porém, o número “oito” também pode ser uma referência à ressurreição, que na igreja antiga era geralmente chamada de “oitavo dia”.


Por esta razão, antigas fontes batismais e tumbas cristãs tinham a forma de octógonos. A prática das oitavas foi introduzida pela primeira vez por Constantino I, por conta da festa de dedicação das basílicas de Jerusalém e Tiro, que duraram oito dias. Depois disso, festas litúrgicas anuais passaram a ser observadas na forma de oitavas. As primeiras foram a Páscoa, o Pentecostes e, no oriente, a Epifania. Isto ocorreu no século IV d.C. e indicava a reserva de um período para os conversos terem um alegre retiro.
O desenvolvimento as oitavas ocorreu vagarosamente. Do século IV até o VII d.C., os cristãos observaram as oitavas com uma celebração no oitavo dia, com poucas liturgias durante os dias intermediários. O Natal foi a próxima festa a receber uma oitava. Já pelo século VIII d.C., Roma tinha desenvolvido oitavas não somente para Páscoa, Pentecostes e Natal, mas também para a Epifania e as festas de dedicação de igrejas individuais. Do século VII d.C. em diante, as festas dos santos também passaram a ter oitavas (uma festa no oitavo dia e não uma festa de oito dias), sendo as mais antigas as festas de São Pedro e São Paulo, São Lourenço e Santa Inês. A partir do século XII d.C., o costume passou a ser a observância dos oito dias intermediários, além do oitavo. Durante a Idade Média, as oitavas para diversas outras festas e dias santos eram celebradas de acordo com a diocese ou a ordem religiosa.




sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Mensagem de Despedida para o Pe Edvan Vieira Serra Sena

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Caríssimo Padre Edvan,


 Muitas vezes somos surpreendidos  por fatos que
 acontecem em nossas vidas independentes de 
nossa vontade ou desejo . Porem quando temos 
uma missão a ser cumprida, devemos aceitá-las  ,
pois faz parte dos desígnios de DEUS .
Durante 02 anos tivemos  a graça da sua presença
 em nosso meio Padre Edvan. E lhe somos 
profundamente agradecidos por isso.  O senhor
 nos liderou e participou conosco em varias 
realizações da nossa paróquia, principalmente uma
 delas que foi a criação do Grupo de Adolescentes 
Ruah com aquele inesquecível acampamento que 
buscou fortalecer nossos adolescentes para 
 missão de cristãos batizados. 
De uma forma bem especial recordou-nos como é difícil ser um cristão autentico, nos dias atuais, e exortou-nos a conhecer, praticar  e preservar os rituais e mandamentos da Igreja, em nossa vida cotidiana , e nos encorajou para que fossemos missionários em nossos lares e locais de trabalho.
Dotado de um grande carisma espiritual, aproximou-nos mais de Deus na Sagrada Eucaristia. Ensinou-nos a participar de cada missa como se fosse a nossa primeira e última missa. E pelo seu exemplo de  simplicidade, amor, dedicação, paciência e persistência, tal como Bom Pastor , buscou e resgatou , varias ovelhas que andavam dispersas e longe da Igreja.      Sua maneira de ser e agir, aproxima as pessoas e nos faz sentirmos iguais e irmãos.
Padre Edvan, Deus coloca pessoas em nossas vidas, que agem como anjos, mostrando o caminho que devemos percorrer. Saiba  que para muitos desta paróquia que  passaram por momentos difíceis , a sua presença foi como um anjo que trouxe paz , luz conforto e  esperança , para corações e espíritos feridos, abatidos , fracos e sem esperança.
Padre Edvan, esta foi a sua mais importante realização. Promover o crescimento espiritual dos seus paroquianos palotinos, fortalecer-lhes  a fé  , dar-lhes um sentido de comunidade cristã e aproximá-los de DEUS é a maior missão que um sacerdote pode concretizar. Tenha a certeza da missão cumprida
                                                                                         
                                                                                                     
                                                                                              


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Símbolo do Natal


                                                                                                                           

                                                                             

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Epifania do Senhor

                                                                               


                                                                           

                                           
                                                                           
                                                                              


Epifania — palavra grega, significa entrada poderosa, chegada solene de um rei ou imperador tomando posse de um território; ou da aparição de uma divindade ou de sua intervenção prodigiosa. Para nós, cristãos, é a festa da manifestação de Jesus, que veio para todos os povos.
Deus se manifesta a todos os que o buscam e o querem acolher. Assim foi que os magos, vindos do Oriente, seguindo a estrela, che garam a Belém, onde encontraram o Menino e sua Mãe; adoraram- No e fizeram suas ofertas (cf. Mt 2,1-12).
 No Natal lembramos a manifestação do Senhor aos seus concidadãos, representados pelos pastores. Na Epifania voltamos nosso olhar para os outros povos e nações, representadas pelos magos.
 A Epifania é a revelação da ternura do Deus que deseja salvar a todos. Contudo, ele só será salvação se a comunidade se colocar em sintonia com a salvação que é oferecida a todos.
 Deus na sua bondade alimenta nossos sonhos de paz e oferece sinais. Os sinais de Deus não são os mesmos: os magos tiveram a estrela: Herodes teve a palavra dos magos; os judeus tiveram a Escritura. Deus continua falando de muitas maneiras. O importante é pôr-se em atitude de busca. 
A Epifania retoma o Natal de Jesus celebrando a sua humanidade manifestada a todos os povos. Traz consigo a mística de que a salvação destina-se a todos: “Levanta-te e brilha, Jerusalém, olha o horizonte e vê. Sobre todas as nações brilha a glória do Senhor” (Is 60,1).
Manifestemos hoje o Redentor de todos os povos e façamos deste dia a festa de todas as nações. Epifania é a festa da chegada da Paz para todos os habitantes da terra. É a festa do encontro da paz com  as culturas, religiões e crenças.                                                      

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Encerramento da minha turminha 2ª Etapa 2013

                      Com meus queridos catequizandos juntamente com  Pe. Edvan,                                                  Coordenadora Arlene e minha Filha Andressa Catequista.                        
                                                                               
 A Catequese está oficialmente de férias, mas encontramo-nos como sempre, aos Domingos na celebração comunitária que nos vivifica e recentra no inicio de cada semana, na certeza daquilo que somos - parte desse Corpo místico que é a Igreja de Cristo.
Até lá, boas Férias...e não te esqueças - A catequese está de férias mas de Jesus não, leva o contigo!!!