quarta-feira, 30 de abril de 2014

Maio: Mês de Maria


Estamos no mês de maio, Mês de Maria, mãe de Nosso Senhor e nossa! Aos pés da cruz tornou-se nossa mãe, mãe da igreja e da humanidade inteira. Nessa grande festa de Maria, vamos lembrar a grande MULHER DO APOCALIPSE, que recebe uma coroa de 12 estrelas, é revestida de sol, e tem a lua debaixo de seus pés. Cada estrela será uma virtude concedida a nossa Rainha. Que honras e glórias se elevam a nossa mãe! 
                                                                             







                                                                           

                                                                         
 


                                                                               

Fotos da Coroação de Nossa Senhora -11/05/14 na  Paróquia São Vicente Pallotti com a participação do Coral Pingo de Luz. 



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Canonização dos Bentos João XXII e João PauloII

                                                                             
João Paulo II e João XXIII foram proclamados santos, neste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, pelo Papa Francisco. A cerimônia reuniu, no Vaticano, cerca de 500 mil pessoas de diversas partes do mundo e foi concelebrada com o Papa Emérito Bento XVI. Após o rito da canonização, Francisco celebrou a Missa e, na homilia, destacou a coragem  dos dois santos e sua docilidade ao Espírito Santo.
Na homilia, o Santo Padre lembrou que, neste dia em que se encerra a Oitava de Páscoa, encontram-se as chagas gloriosas de Jesus Ressuscitado, chagas que, segundo o Papa, constituem também a verificação da fé, o sinal do amor de Deus. Ele destacou que João Paulo II e João XXIII tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus e tocar as suas mãos chagadas.
“Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da Sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo”.
Francisco recordou que esses dois santos foram sacerdotes, bispos e Papas do século XX. Embora tenham conhecido tragédias, não foram vencidos por elas, pois Deus era mais forte neles. Ele também destacou a esperança viva que revestia João Paulo II e João XXIII, uma esperança vinda da Ressurreição de Cristo.
“A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor Ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão”.
Enfatizando que são os santos que levam a Igreja adiante e a fazem crescer, Francisco lembrou que, na convocação do Concílio Vaticano II, João XXIII demonstrou delicada docilidade ao Espírito Santo. “Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito”.
Já João Paulo II, em seu serviço ao povo de Deus, foi o Papa da família. “Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu”.
Francisco encerrou a homilia pedindo a intercessão dos dois santos para que, nesses dois anos de caminho sinodal, a Igreja seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. “Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.
Na canonização dos dois beatos, estavam presentes mais de 120 delegações, das quais 24 são entre chefes de Estado e monarcas e 10 chefes de governo.  O número de voluntários chegou a 26 mil e o de policiais, 10 mil.

Ao fim da celebração e antes de rezar o Regina Coeli, oração mariana no tempo pascal, Francisco saudou e agradeceu a todos os que se empenharam nos preparativos da canonização e a todos os que participaram, inclusive pelos meios de comunicação.
“O meu reconhecimento vai às delegações oficiais de tantos países, que vieram para prestar homenagem aos dois Pontífices que contribuíram de maneira indelével para a causa do desenvolvimento dos povos e da paz”, disse.
Fonte: canção nova

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Tempo Pascal




Tempo Pascal: Os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, “como um grande Domingo” (Santo Atanásio; conforme NALC 22).

Os Domingos deste tempo sejam tidos como Domingos da Páscoa e, depois do Domingo da Ressurreição, sejam chamados 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º Domingos da Páscoa. Os oito primeiros dias do Tempo Pascal formam a Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor (NALC 24). O oitavo dia é constituído pelo domingo seguinte a Páscoa. A oitava da Páscoa tem precedência sobre quaisquer outras celebrações.

Qualquer solenidade que coincida com um dos domingos da Páscoa tem sua celebração antecipada para o sábado; se, porém, ocorrer durante a oitava da Páscoa, fica transferida para o primeiro dia livre que se seguir a oitava. As festas celebram-se segundo a data do calendário; quando ocorrerem em domingo do Tempo Pascal, omitem-se nesse ano.

Diz-se o Glória durante a Oitava da Páscoa, nas solenidades e festas, já o Credo só nas solenidades. O Círio Pascal permanece junto ao altar por todo o Tempo Pascal, isto é, da noite de Páscoa ao Domingo de Pentecostes, e acende-se em todas as Missas dominicais.

O Domingo de Pentecostes encerra este tempo sagrado de cinquenta dias (NALC 23). No Brasil, celebra-se no 7º Domingo da Páscoa e solenidade da Ascensão do Senhor.

Cor Litúrgica: BRANCO - Simboliza a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.

Por isso, a Oitava Pascal convida-nos a fazer da nossa vida uma contínua Páscoa, um tempo de renovar a confiança no Senhor, colocando em suas mãos a nossa vida e o nosso destino. É um tempo para que, Ressuscitados com Cristo, aprendamos a buscar as coisas que são do alto - (Col 3,1).

Fique com Deus, uma abençoada páscoa a todos. 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Ressurreição do Senhor

                                                                                     
                             
Com a celebração do Domingo da Ressurreição se inicia o tempo litúrgico da Páscoa. Este tempo se prolonga por cinqüenta dias até o Domingo de Pentecostes, em que a Igreja comemora a festa do Espírito Santo. Os oito dias após o Domingo da Ressurreição são celebrados como um único dia, ou seja, um grande domingo.

Os cinquenta dias do Tempo Pascal devem ser caracterizados por uma profunda alegria nos corações dos fiéis, uma vez    que nele se festeja a centralidade do mistério da fé: a Ressurreição de Cristo. Como nos ensina São Paulo, se Jesus não tivesse morrido e ressuscitado, nossa fé seria vã. Daí nossa alegria, que se manifesta através do “Aleluia”, cantado repetidas vezes nas celebrações pascais. “Jesus ressuscitado e vivo continua presente no meio de nós; durante cinquenta dias o círio pascal, aceso na noite de Páscoa, é símbolo e testemunho desta presença.”

Durante este tempo propício, os fiéis são convidados a renovar a fé, a esperança e a caridade. Através da fé renovamos aquilo em que acreditamos: a ressurreição.
A esperança nos estimula a construir um mundo novo, onde reinam e brilham o amor e a paz.
A caridade nos faz sairmos de nós mesmos e irmos ao encontro dos outros, como fez Cristo, através da ressurreição, que “é princípio de renovação, de vida nova, para todos os homens e as coisas: uma primavera espiritual”  

É também um dia de muita alegria, pois comemoramos a Ressurreição de Jesus. O que significa Ressurreição? Significa nascer de novo no céu. Jesus, hoje, nos dá a certeza de que um dia, depois da nossa morte, todos nós viveremos junto Dele, no céu.   Muitas pessoas ganham, hoje, um ovinho de chocolate, sabem por quê? Porque o ovo representa a vida, isto é, na natureza, dos ovos nasce uma vida nova. E esses ovos, que são feitos de chocolate, nos mostram como Jesus é doce e nos ama muito.
Feliz Páscoa!!
        Que a luz de Jesus Ressuscitado ilumine sua vida!  
                                                       

                                                                         
                                         
            

Símbologia da Páscoa

Do hebreu Peseach, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se comemora a Passagem de Cristo - "deste mundo para o Pai", da "morte para a vida", das "trevas para a luz".

Considerada, essencialmente, a Festa da Libertação, a Páscoa é uma das festas móveis do nosso calendário, vinda logo após a Quaresma e culminando na Vigília Pascal.

Entre os seus símbolos encontram-se:

O Ovo de Páscoa
A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento.

O Coelhinho da Páscoa
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.

A Cruz da Ressurreição
Traduz, ao mesmo tempo, sofrimento e ressurreição.

O Cordeiro
Simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus, e se sacrificou em favor de todo o rebanho.

O Pão e o Vinho
Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.

O Círio

É a grande vela que se acende na Aleluia. Quer dizer: "Cristo, a luz dos povos". Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
                                                             



                                                                               
                                                                                   
Tempo da Páscoa
O Tempo Pascal são os cinqüenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes.
Estes devem ser celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor,
“como um grande Domingo”. (NALC, n. 22 - Normas sobre o Ano Litúrgico e o Calendário)


Festas móveis do calendário Cristão

Para calcular a data da Páscoa para qualquer ano no calendário Gregoriano (o calendário civil), usa-se uma fórmula matemática bastante complicada.  Essa fórmula é do astrônomo francês Jean Baptiste Joseph Delambre (1749-1822). Um dado importante é que a fórmula calcula a data da Páscoa a partir de 1583, ano em que foi instituído o calendário gregoriano.

Fixado, assim, a festa da Páscoa para determinado ano, todas as outras festas também se movem desde a septuagésima (65 dias antes da páscoa) até o Corpus Christi. A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa e, portanto, a Terça-Feira de carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.  Vamos ver o calendário das principais festas até o ano de 2020:

Ano
Cinzas
Paixão
Páscoa
Ascenção
Pentecostes
Corpus Christi
2014
05/03
18/04
20/04
01/06
08/06
19/06
2015
18/02
03/04
05/04
17/05
24/05
04/06
2016
10/02
25/03
27/03
08/05
15/05
26/05
2017
01/03
14/04
16/04
28/05
04/06
15/06
2018
14/02
30/03
01/04
13/05
20/05
31/05
2019
06/03
19/04
21/04
02/06
09/06
20/06
2020
26/02
10/04
12/04
24/05
31/05
11/06

Todos esses cálculos e projeções parecem confusos, mas vale lembrar que a Festa da Páscoa além de ser uma tradição milenar, é a festa da Ressurreição, da passagem da morte para a vida, da escravidão para liberdade e é interessante que todos os povos a comemoram juntos (ou o mais próximo possível)