quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Oito coisas que você deve saber sobre o Halloween antes de fantasiar seu filho

“O que o demônio faz para afastar-nos do caminho de Jesus? A tentação começa de forma sutil, mas cresce: sempre cresce. Esta cresce e contagia o outro, é transmitida e tenta ser comunitária. E, finalmente, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e se justifica”, advertiu o Papa Francisco em abril de 2014.
Próximos à noite de Halloween, celebrada a cada 31 de outubro, compartilhamos oito coisas que todo cristão deve saber acerca desta festa pagã que pouco a pouco foi difundida no mundo inteiro.
1. A origem do nome
A Solenidade de todos os Santos é comemorada no dia 1º de novembro e é celebrada na Igreja desde às vésperas. Halloween significa “All hallow’s eve”, palavra que provém do inglês antigo, e que significa “véspera de todos os santos”.
2. As raízes celtas
No século VI a.C., os celtas do norte da Europa celebravam o fim de ano com a festa do “Samhein” (ou Samon), festividade do sol, iniciada na noite do 31 de outubro e que marcava o fim do verão e das colheitas. A respeito, eles acreditavam que naquela noite o deus da morte permitia aos mortos retornarem à terra, fomentando um ambiente de terror.
Segundo a religião celta, as almas de alguns defuntos estavam dentro de animais ferozes e podiam ser libertadas com sacrifícios de toda índole aos deuses, inclusive sacrifícios humanos. Uma forma de evitar a maldade dos espíritos malignos, fantasmas e outros monstros era disfarçando-se, para tratar de assemelhar-se a eles e desta maneira passarem despercebidos ante seus olhares.
3. Sua mistura com o cristianismo
Quando os povos celtas foram cristianizados, nem todos renunciaram os seus costumes pagãos. Do mesmo modo, a coincidência cronológica da festa pagã de “Samhein” com a celebração de todos os Santos e a dos defuntos, comemorada no dia seguinte (2 de novembro), fez com que as crenças cristãs fossem misturadas com as antigas superstições da morte.
Por meio da chegada de alguns irlandeses aos Estados Unidos, introduziu-se neste país o Halloween, que chegou a ser parte do folclore popular do país. Logo, incluindo a contribuição cultural de outros migrantes, introduziu-se a crença das bruxas, fantasmas, duendes, drácula e diversos monstros. Mais tarde, esta celebração pagã foi difundida no mundo inteiro.
4. Uma das principais festas satânicas
Segundo o testemunho de algumas pessoas que praticaram o satanismo e logo se converteram ao cristianismo, o Halloween é considerada a festa mais importante para os cultos demoníacos, porque se inicia o novo ano satânico e é como uma espécie de “aniversário do diabo”. E nesta data os grupos satânicos sacrificam os jovens e especialmente as crianças, pois são os preferidos de Deus.
5. Doces ou travessuras?
No Halloween, as crianças e alguns adultos costumam se disfarçar de seres horríveis e temerários e vão de casa em casa exigindo “trick or treat” (doces ou travessuras). A crença é que se não lhes dá alguma guloseima, os visitantes farão uma maldade ao residente do lugar. Muitas pessoas acreditam que o início deste costume está na perseguição dos católicos na Inglaterra, onde suas casas eram ameaçadas.
6. Jack e a abóbora
Existe uma antiga lenda irlandesa, em que se conta que um homem chamado Jack que tinha sido tão mau em vida que supostamente não podia nem entrar no inferno por ter enganado muitas vezes o demônio. Assim, teve que permanecer na terra vagando pelos caminhos com uma lanterna, feita de um vegetal vazio com um carvão aceso.
Assista também: Católico pode celebrar Halloween?
As pessoas supersticiosas, para afugentar Jack, colocavam uma lanterna similar na janela ou à frente de sua casa. Mais adiante, quando isto se popularizou, o vegetal para fazer a lanterna passou a ser uma cabaça com buracos em forma do rosto de uma caveira ou bruxa.
7. Um grande negócio
Hollywood contribuiu à difusão do Halloween com uma série de filmes nos quais a violência gráfica e os assassinatos criam no espectador um estado mórbido de angústia e ansiedade. Estes filmes são vistos por adultos e crianças, criando nestes últimos, medo, e uma ideia errônea da realidade. Do mesmo modo, as máscaras, as fantasias, os doces, as maquiagens, entre outros artigos, são motivos para que alguns empresários fomentem o “consumo do terror” e favorecem a imitação dos costumes norte-americanos.
8. A festa à fantasia
Segundo Padre Jordi Rivero, grande apologista, celebrar uma festa à fantasia não é intrinsecamente ruim, sempre e quando se cuidar que esta não esteja contra o pudor, o respeito pelas coisas sagradas e a moral em geral.
É por esta razão que nos últimos anos cresceu a comemoração alternativa do “Holywins” (a santidade vence), que consiste em disfarçar-se do Santo ou Santa favorita e participar a noite de 31 de outubro em diversas atividades da paróquia, como Missas, vigílias, grupos de oração pelas ruas, adoração eucarística, através de cantos, músicas e danças, de um "modo cristão”.
Fonte: http://www.acidigital.com/

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CONVERSANDO SOBRE PERDAS

                                  
            

Como conversar com as crianças sobre um tema tão difícil como a “morte”?

Ao contrário do que muita gente pode pensar, as crianças têm condições intelectuais e emocionais de entender as perdas. O Dia de Finados pode ser uma boa oportunidade para falar do assunto. A psicóloga e psicopedagoga, Ana Cássia Maturano*, diz que a criança deve ser informada sobre a morte, para poder superar as perdas.

Há quem possa achar estranho estarmos discutindo sobre como falar da morte com as crianças. Se considerarmos que a morte faz parte da vida e o quanto a maioria de nós, tem dificuldades para lidar com ela, o tema já se torna pertinente. Ainda mais quando o assunto envolve crianças.

E o que faz da morte um assunto tão complicado? Nossa incompreensão. Ou talvez a nossa falta de fé. Por mais que digamos acreditar na vida eterna e num encontro final, a incerteza do que acontece depois, ainda nos assusta. Esse desconhecimento causa-nos temor. Por ser algo irreversível, preferimos fazer de conta que não existe. Ninguém precisa passar a vida falando e pensando na morte. Mas de vez em quando, ela aparece e alguém que amamos se vai, ficando uma dor que demora a passar. A complexidade aumenta quando pensamos que vamos morrer, pois não conseguimos imaginar nossa própria finitude. O ser humano é criado com demasiado apego a coisas materiais e terrenas.

Perder pessoas não é um fato reservado só para os adultos. As crianças também as perdem. Sabendo da dor desses eventos, queremos poupá-las do sofrimento. Para isso, evitamos falar com elas sobre o assunto, mesmo que alguém que amem (até mesmo um animalzinho) tenha morrido. Levá-las ao velório está fora de cogitação. Confunde-se não saber com não sofrer. 

Ora, não saber, não participar e não falar do fato é mais prejudicial para os pequenos. Quando não sabemos o que realmente aconteceu, imaginamos. E a imaginação é poderosa, tem asas que alcança vôos altos e segue o rumo de nossas apreensões e emoções. Nada mais saudável que saber a verdade, por mais dura que possa ser, pois nos permite lidar com a realidade como ela é, sem armadilhas. 

Não vale enganar

Diante da morte de alguém do convívio da criança, muitos usam de desculpas do tipo: Vovô foi viajar. A criança não é tola, percebe que tem algo acontecendo. Sem contar que deve estar se sentindo abandonada e chateada com o avô que foi viajar e nem se despediu. Muitos pensam que a criança não é capaz de entender o que acontece ou de suportar emocionalmente a ideia da morte. É sim. E vivenciando tais situações poderá compreender melhor o que ocorre. A criança também tem luto e, para que ele aconteça de maneira saudável, é necessário que ela não seja excluída do processo. Não podemos tirar dela o direito de sofrer por quem partiu.

Quando uma criança se encontra na situação de morte de alguém, deve-se dizer a verdade – que aquela pessoa morreu e não voltará mais (o primeiro passo para que o luto ocorra é aceitar o fato que o morto estará ausente definitivamente). As explicações devem seguir o curso de sua curiosidade. Algumas crianças farão muitas perguntas como, por exemplo, o que acontece depois da morte. O melhor é sermos francos e honestos. Se não soubermos o que responder, devemos dizer isso. Mesmo se temos em nós a crença religiosa da vida eterna, do céu, de algum lugar de esperança é preciso ter cuidado com o que se vai dizer às crianças. Sem supervalorizar o pós-morte. Alguns, para amenizar a tristeza, falam das maravilhas que vêm depois, tornando o morrer muito atraente. Corre-se o risco de a criança desejar estar onde a pessoa que morreu está.

Cada uma tem um jeito de reagir. Algumas choram e se desesperam. Outras ficam mais caladas. Algumas se culpam por terem feito algo para aquela pessoa. Ou até de terem, num momento de raiva, desejado algum mal. Se a incluirmos nesse momento de dor, ela poderá ter confiança em falar de seus sentimentos e temores. E os adultos vão poder ajudá-las a corrigir suas impressões.

Quanto aos funerais, algo que muitos acham absurdo uma criança participar, deve ficar a critério dela, que vai decidir se irá ou não. Não podemos impedi-la de participar do pesar familiar. Ela também estará sofrendo e deve ser respeitada em sua dor. Os funerais nos ajudam a lidar com a situação de morte. Lá, choramos, confortamos, somos confortados e constatamos que aquela pessoa realmente se foi.

Não há como evitar. A morte de alguém traz sempre dor e sofrimento. Sofrer faz parte da vida e a criança tem condições intelectuais para entender o que é a morte e também emocionais, para viver um luto sem grandes complicações. Tudo vai depender do quanto é esclarecida, e do conforto e da segurança que as pessoas que ama lhe darão. Caso alguma oportunidade surja, poderá ser um bom momento para abordar o tema morte com os pequenos, o Dia de Finados é um a boa oportunidade.

*Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga.
FONTE: g1.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Tarde Recreativa das Crianças e Adolescentes da Paróquia S.V.Pallotti - Arapongas-Pr.

Foi realizado neste sábado dia 17/10/15 uma Tarde Recreativa para as crianças e adolescentes da catequese de todas as etapas da Paróquia São Vicente Pallotti, com várias brincadeiras e dinâmicas. Contamos com a presença de Professores de Educação Física, das Catequistas, dos Doutores de Deus que todos os anos nos acompanham e do nosso querido Pe. Almir Divieso Roman. Agradecemos a todos pela confiança depositada e pelas doações recebidas. Deus abençõe a todos.
                                                                         

































terça-feira, 6 de outubro de 2015

Missões


O que é o mês Missionário?
Neste mês de outubro, a Igreja Católica se volta para a necessária compreensão das Missões, isto é, da permanente preocupação pelo anúncio dos Ensinamentos de Jesus a todos os povos. A vinda de Cristo à terra foi para nos revelar o mistério de Deus e ensinar-nos a caminhar para vivermos na sua graça e assim merecermos uma felicidade que não tem fim, que é o céu.

A ordem de Cristo – “Pregai a boa nova do Evangelho a toda criatura” – nos impulsiona a levar ao mundo todo a notícia feliz que, desde o nascimento de Cristo em Belém, foi anunciada pelos anjos aos pastores e a nós: “Nasceu hoje para nós o Salvador”. Aquela parábola (Mt 20), em que, nas diversas horas do dia, o Senhor convida os trabalhadores para sua vinha, é um chamado a cada um para pôr-se a serviço do Evangelho.
Neste mês, a Igreja insiste na necessidade da missão, isto é, de anunciar a salvação, que nos é dada, pelo conhecimento de Jesus.



O terço missionário é uma oração simples e popular. Saudamos e louvamos Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa, de forma carinhosa e confiante. Por ser uma oração simples todos podemos rezá-la. Rezando o Terço, tornamo-nos discípulos de Jesus Cristo, com Maria e nos dispomos, como Maria, pela força do Espírito Santo, a realizar a missão de Jesus Cristo, o enviado do Pai. "A oração deve acompanhar os passos dos missionários, para que o anúncio da Palavra se torne eficaz, pela graça divina" (RMi 78). Pela oração do Terço Missionário podemos nos encontrar com todos os povos, raças e culturas da terra. Atingimos, desta forma, os imensos horizontes da missão. Rompem-se os egoísmos e as intenções particulares, em nossas orações, para rezar pelas necessidades de todos os povos da terra. 
AS CORES DO TERÇO MISSIONÁRIO
O bispo Fulton Sheen, quando era Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias, nos Estados Unidos, teve a idéia do "Terço Missionário". O Terço é formado de cinco dezenas. Cinco são também os continentes do mundo. Ele escolheu uma cor para cada Continente que, de alguma forma, recorda suas características. Ao rezar cada dezena pede-se por todos os que vivem nesse Continente.
A originalidade do Terço Missionário é o encontro na oração com todos os povos, raças e culturas do nosso planeta.

OFERECIMENTO DO TERÇO
Divino Espírito Santo, iluminai nossas inteligência e nossos corações para que, ao meditarmos os mistérios da nossa redenção, possamos imitar os exemplos de Jesus e Maria anunciando a todos o grande amor de Deus para conosco. Caminhando junto com toda a humanidade, oferecemos nossas orações pela Paz no mundo, pelas pessoas vítimas das injustiças, pela santificação de todas as famílias, por aqueles que anunciam o Evangelho nos cinco continentes, pelas intenções do Papa, pelas nossas comunidades e por todo o povo de Deus para que se torne sempre mais solidário com os povos do mundo inteiro.
Rainha das Missões, fazei que todas as pessoas de boa vontade se dêem as mãos, superem os rancores e se tornem construtores de uma sociedade sem fronteiras, justa e solidária, para o nosso milênio.

CREIO

PAI-NOSSO

3 AVE MARIA

GLÓRIA AO PAI

A cada mistério reza-se 1 (um) Pai-Nosso, 10 (dez) Ave-Marias, 1 (um) Glória ao Pai e a oração: Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

PRIMEIRO MISTÉRIO
A cor verde lembra as imensas florestas e savanas de África e também a virtude da esperança. Vamos rezar por todos os que vivem no continente africano, em especial, pelo florescimento cristão do povo e pelo ardor dos missionários que aí trabalham, sobretudo o dos capuchinhos de Angola.
- Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que interceda pela paz, pela liberdade e pelo pão de cada dia de todos os povos da África e por um abundante clero nativo.

SEGUNDO MISTÉRIO
A cor vermelha evoca os povos originários de toda a América e o sangue de inocentes derramado em guerras, lutas de conquista, revoluções e guerrilhas. Vamos rezar por todos os que vivem no continente americano, que é aquele que tem maior número de católicos, mas onde são muitas as injustiças e desigualdades sociais. Em particular, rezemos para que cessem a exploração dos pobres e as guerrilhas fratricidas e aumente ainda mais o amor a Nossa Senhora.
- Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que ajude a Igreja a ser defensora dos pobres, lutando com amor pelos mais pequeninos para que tenham justiça social, paz e solidariedade.

TERCEIRO MISTÉRIO
A cor branca evoca os povos originários do continente europeu e a pureza de coração que o cristão visa alcançar. Vamos rezar por todos os que vivem na Europa, donde outrora partiram tantos missionários, mas carece hoje de uma nova evangelização e de vocações apostólicas. Rezemos, em particular, pela reafirmação dos valores cristãos, pelo aumento das vocações consagrados e pelo maior empenho evangélico dos leigos.
- Neste mistério, peçamos a mediação de Maria, Rainha das Missões, para que aumente a fé cristã e o clero dos povos europeus, sobretudo do povo português que sempre dedicou à Mãe do Céu um profundo amor filial.

QUARTO MISTÉRIO
A cor azul lembra os vastos mares da Oceânia e a serenidade e paz que emana de Maria. Vamos rezar por todos os que vivem neste continente formado por milhares de ilhas, cuja insularidade dificulta o trabalho missionário, originando que muitas pessoas nunca tenham ouvido falar de Jesus Cristo.
- Neste mistério, peçamos a intercessão de Maria, Rainha das Missões, para que surjam muitos missionários que levem Jesus a todas as ilhas da Oceânia, e estas se tornem como contas de um imenso Rosário de fé e amor a Deus.

QUINTO MISTÉRIO
A cor amarela evoca os povos originários do continente asiático e a luz divina do amor do Pai. Vamos rezar por todos os que vivem no continente asiático, em especial pelo povo de Timor-Leste, com quem estão os missionários capuchinhos de Laleia e Tibar. É o continente onde Jesus semeou o Evangelho e o seu sangue mas onde Ele é menos conhecido.
- Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que interceda para que o sangue de tantos mártires na Ásia do século XX se transforme em semente de cristãos e para dar força e alento a todos os que são sinal de Cristo, quer sejam missionários, consagrados ou se preparem para o sacerdócio, em especial os de Timor-Leste.

AGRADECIMENTO
Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha das Missões, pelos benefícios que todos os dias a família humana recebe de vossas mãos. Dignai-vos, agora e para sempre, colocar-nos sob a vossa maternal e poderosa proteção.

SALVE RAINHA

LADAINHA

Senhor - Tende piedade de nós
Jesus Cristo - Tende piedade de nós
Senhor - Tende piedade de nós
Jesus Cristo - Ouvi-nos
Jesus Cristo - Atendei-nos
Deus, Pai do céu - Tende piedade de nós
Deus, Filho, Redentor do mundo - Tende piedade de nós
Deus, Espírito Santo - Tende piedade de nós
Santíssima Trindade que sois um só Deus - Tende piedade de nós
Santa Maria - Rogai por nós
Santa Mãe de Deus - Rogai por nós
Santa Virgem das Virgens - Rogai por nós
Mãe de Jesus Cristo - Rogai por nós
Mãe da divina graça - Rogai por nós
Mãe puríssima - Rogai por nós
Mãe castíssima - Rogai por nós
Mãe imaculada - Rogai por nós
Mãe intacta - Rogai por nós
Mãe amável - Rogai por nós
Mãe admirável - Rogai por nós
Mãe do bom conselho - Rogai por nós
Mãe do Criador - Rogai por nós
Mãe do Salvador - Rogai por nós
Mãe da Igreja - Rogai por nós
Virgem prudentíssima - Rogai por nós
Virgem venerável - Rogai por nós
Virgem louvável - Rogai por nós
Virgem poderosa - Rogai por nós
Virgem benigna - Rogai por nós
Virgem fiel - Rogai por nós
Espelho da justiça - Rogai por nós
Sede da sabedoria - Rogai por nós
Causa de nossa alegria - Rogai por nós
Vaso espiritual - Rogai por nós
Vaso honorífico - Rogai por nós
Vaso insigne de devoção - Rogai por nós
Rosa mística - Rogai por nós
Torre de Davi - Rogai por nós
Torre de marfim - Rogai por nós
Casa de ouro - Rogai por nós
Arca da aliança - Rogai por nós
Porta do céu - Rogai por nós
Estrela da manhã - Rogai por nós
Estrela da evangelização - Rogai por nós
Saúde dos enfermos - Rogai por nós
Relógio dos pecadores - Rogai por nós
Consoladora dos aflitos - Rogai por nós
Auxílio dos cristãos - Rogai por nós
Rainha dos anjos - Rogai por nós
Rainha dos patriarcas - Rogai por nós
Rainha dos apóstolos - Rogai por nós
Rainha dos mártires - Rogai por nós
Rainha dos confessores - Rogai por nós
Rainha das virgens - Rogai por nós
Rainha de todos os santos - Rogai por nós
Rainha concebida sem pecado original - Rogai por nós
Rainha assinta ao céu - Rogai por nós
Rainha do santo rosário - Rogai por nós
Rainha da paz - Rogai por nós
Rainha das Missões - Rogai por nós
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo - Perdoai-nos, Senhor
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo - Ouvi-nos, Senhor
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo - Tende piedade de nós
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus - Para que sejamos dignos das promessas de Cristo


OREMOS:

Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para que conhecendo a encarnação de Cristo, vosso Filho, cheguemos por sua paixão e cruz, á glória da ressurreição pela intercessão da Virgem Maria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.